CARACTERIZAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DE ESPINHARAS - PB

  • Palloma Damascena Morais Universidade Federal da Paraíba

Resumo

Além do aumento populacional, as mudanças nos hábitos da população que são decorrentes do modelo atual de produção e consumo, têm refletido no aumento da geração per capita de resíduos sólidos urbanos (RSU) em todo o mundo. No Brasil em 2017, a quantidade gerada de RSU foi de um total de 78,4 milhões de toneladas no país, o que demonstra uma retomada no aumento em cerca de 1% em relação a 2016 (ABRELPE, 2018). As características dos RSU variam entre os municípios, de acordo com o tamanho da cidade, as atividades existentes, os hábitos da população, o clima e o nível educacional. Assim, a caracterização dos resíduos sólidos nos municípios torna-se de grande importância para o planejamento da gestão e gerenciamento pela administração pública, pois oferece subsídios para a melhoria do sistema de coleta municipal já existente, bem como colabora na elaboração de novos projetos que visem na otimização do gerenciamento dos RSU. Portanto, o presente trabalho teve o objetivo de caracterizar os resíduos sólidos urbanos qualitativamente e quantitativamente do município de São José de Espinharas - PB, visando contribuir para o planejamento e gerenciamento de sua gestão integrada. O estudo obteve do total da produção de resíduos diários, 56,59% de matéria orgânica, sendo este a maior parte produzida, de material reciclável 27,96% e 15,45% de rejeitos, onde este último deve ter o destino ambientalmente correto (aterro sanitário). Também foi obtido o valor de resíduo sólido per capita de 0,4139 kg por dia, com uma estimativa de 1,98 tonelada diário.

Biografia do Autor

Palloma Damascena Morais, Universidade Federal da Paraíba

Autores:

Palloma Damascena Morais1(pallomamorais92@gmail.com), Tarcísio Valério da Costar2(tarcisio.pb@ibest.com.br), Genival Quirino Seabra Filho3(geqsefilho@yahoo.com.br)

1 Mestranda no Programa de Pós-graduação Regional em Desenvolvimento e Meio Ambiente, pela Universidade Federal da Paraíba, campus I;

2 Mestrado pelo Programa de Pós-graduação Regional em Desenvolvimento e Meio Ambiente, pela Universidade Federal da Paraíba, campus I;

3 Graduação em Engenharia Agrônoma pela Universidade Federal da Paraíba.

 

Publicado
2019-06-14