PERSPECTIVAS DE TECNOLOGIAS LIMPAS PARA A GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS

  • Luane Souza de Araújo IBICT – Instituto Brasileiro de Informação Ciência e Tecnologia

Resumo

A Política Nacional de Resíduos Sólidos tem como um de seus objetivos a adoção, desenvolvimento e aprimoramento de tecnologias limpas como forma de minimizar impactos ambientais. Desta forma, a política permite instrumentalizar e apoiar o gerenciamento integrado e a gestão compartilhada dos resíduos sólidos, sempre com o objetivo de minimização dos impactos ambientais. Tais impactos são ligados a inúmeros fatores como o consumo em massa, produção insustentável, destinação e disposição inadequada de resíduos, carência de recursos financeiros e de mão de obra qualificada e falta de informações acerca da realidade local, o que dificulta e em muitos casos impede a tomada de decisões pelos gestores públicos. Vários são os casos de impactos ao meio ambiente e à saúde pública relacionada à má gestão de resíduos sólidos no Brasil. Desta forma, o objetivo da pesquisa é realizar o levantamento das principais tecnologias limpas disponíveis para o tratamento e disposição final adequada dos resíduos sólidos urbanos, além da sua gestão sustentável. A metodologia baseou-se na pesquisa bibliográfica e documental de artigos, dissertações, teses, documentos institucionais e governamentais em bases de dados. Conclui-se que a definição de tecnologias para tratamento e disposição de resíduos sólidos é bastante complexa, haja vista os inúmeros fatores que influenciam a tomada de decisão. Desta forma, é imprescindível que as especificidades de cada local a ser implementada determinada forma de tratamento seja viável, eficiente e se mantenha a longo prazo. Também deve ser levado em consideração a opção de combinação entre as tecnologias de tratamentos de resíduos sólidos.

Biografia do Autor

Luane Souza de Araújo, IBICT – Instituto Brasileiro de Informação Ciência e Tecnologia

Luane Souza de Araújo1 (luanearaujo@ibict.br), Juliana Gerhardt1 (julianagerhardt@ibict.br), Adriana de Souza Oliveira1 (adrianaoliveira@ibict.br), Tiago Emmanuel Nunes Braga1 (tiagobraga@ibict.br), Thiago Oliveira Rodrigues1 (thiagorodrigues@ibict.br)

1 IBICT – Instituto Brasileiro de Informação Ciência e Tecnologia