UTILIZAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS COMO INSTRUMENTO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA MUNICIPAL DOUTOR ADERSON PEREIRA DUTRA, MANAUS-AM, BRASIL

  • Roberta Monique da Silva Santos Universidade Federal do Amazonas e Faculdade Salesiana Dom Bosco
  • Marise Batista de Farias Faculdade Salesiana Dom Bosco
  • Nelson Felipe de Albuquerque Lins Neto Faculdade Salesiana Dom Bosco
  • Stiffanny Alexa Saraiva Bezerra Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade
  • Alefe Lopes Viana Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas
  • Flavia Leite Bezera Programa de Pós-Graduação em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia, Universidade Federal do Amazonas
  • Elizany Monteiro Moreira Programa de Pós-Graduação em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia, Universidade Federal do Amazonas
  • Camila Garcia Fernandes de Souza Margem

Resumo

A questão ambiental tem tido destaque após a Conferência de Estocolmo em 1972 e a partir deste evento leis, acordos, projetos e ações tem sido desenvolvidas em prol do meio ambiente. A escola é um importante meio para que a criança ao longo de seu desenvolvimento compreenda esta a relação entre homem e ambiente  e  seja  um agente transformador na sociedade. Com base nisso, esta pesquisa teve como objetivo desenvolver, aplicar e avaliar atividades de educação ambiental utilizando resíduos sólidos, para alunos do ensino fundamental em uma escola municipal da cidade de Manaus, identificando com os professores dos alunos participantes a percepção dos mesmos sobre a inserção desta temática na sala de aula na Escola Municipal Dr. Aderson Pereira Dutra no município de Manaus no estado do Amazonas. Utilizaram-se gincanas interativas, exposições de pintura e colagens de figuras, visitas nos ambientes internos da própria escola. Através das atividades identificou-se que a Educação Ambiental vem sendo desenvolvida  continuamente  na  Escola,  pela  Direção  e  Professores,  pois o tema mostrou-se familiar aos alunos durante as abordagens, porém, as ações ambientais podem ser mais frequentes e efetivas. É necessária a   ampliação   de atividades como palestras, passeios em bosques, institutos ou reservas ambientais.

Palavras-chave: Ensino; Meio Ambiente; Interdisciplinaridade.

Biografia do Autor

Roberta Monique da Silva Santos, Universidade Federal do Amazonas e Faculdade Salesiana Dom Bosco
Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia. Mestre em Ciências Florestais e Ambientais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais e Ambientais - PPGCIFA/ UFAM. Possui especialização em Gestão Ambiental pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Bacharel em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e em Administração pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA). Tem experiência como consultora nas áreas de administração e gestão ambiental e como professora de nível superior. Atualmente integra o corpo docente da Faculdade Salesiana Dom Bosco, onde atua como coordenadora dos cursos de Administração e Superiores de Tecnologia em Gestão Ambiental, Gestão Financeira, Marketing e Processos Gerenciais. Trabalha ainda, com Educação à distância, no pólo Manaus, da Universidade Católica Dom Bosco (Campo Grande - MS). Linhas de atuação: Administração, Planos de Negócios, Gestão Ambiental e Sistemas de Informações Geográficas (SIG).
Nelson Felipe de Albuquerque Lins Neto, Faculdade Salesiana Dom Bosco
Graduado em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Especialista em Gestão Ambiental pela Universidade Estadual do Amazonas (UEA) e Mestre em Agronomia Tropical pela UFAM. Tem experiência em consultorias, prestação de serviços na área florestal e ambiental, docência no ensino técnico pelo Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (CETAM) e Pronatec. Atualmente, atua como Gerente de Apoio a Produção Florestal Não Madeireira (GPNM) no Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (IDAM), desenvolvendo atividades relacionadas a cadeia de valor de produtos como do açaí, da borracha, castanha, produção de óleos vegetais e como professor da Faculdade Salesiana Dom Bosco (FSDB), no curso de Gestão Ambiental.
Stiffanny Alexa Saraiva Bezerra, Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade
ossui graduação em Administração, Engenharia Florestal e Psicologia pela Universidade Federal do Amazonas - UFAM. É mestre em Ciências Florestais e Ambientais pela Universidade Federal do Amazonas - UFAM, Especista em Gestão Ambiental pela Universidade do Estado do Amazonas - UEA e Especialista em Administração Pública pelo Instituto Federal do Amazonas - IFAM. Tem interesse nas áreas de Gestão Ambiental, Administração Pública e Psicologia.
Alefe Lopes Viana, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas
Engenheiro Florestal graduado pela Universidade Federal do Amazonas, Especialista em Gestão Ambiental pela Universidade do Estado do Amazonas, Especialista em Engenharia de Produção - Lean Manufacturing pela FUCAPI e Mestre em Ciências Florestais e Ambientais (Tecnologia e utilização de produtos florestais) pela UFAM. É professor/Pesquisador e Coordenador de Pesquisa e Cooperação Técnica no IFAM - Campus Manaus/Centro, possuindo experiência na área de Recursos Florestais, com ênfase em Tecnologia e Utilização de Produtos Florestais, Desenvolvimento de Artefatos e Produtos Florestais, Desenvolvimento de Projetos Socioambientais, Custos de Produção, Levantamento Florístico e Ciências Ambientais, atuando ainda como consultor Ad hoc da Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado do Amazonas no âmbito do Prêmio Samuel Benchimol.
Camila Garcia Fernandes de Souza Margem
Programa de Pós-Graduação em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia, Universidade Federal do Amazonas
Publicado
2018-06-27